Integrantes do GAVI visitaram iniciativas da Companhia de Jesus em Boa Vista e Bonfim e conheceram de perto ações voltadas à juventude, educação, migrantes e refugiados
Gustavo Almada via Centro MAGIS Amazônia
Conhecer de perto diferentes expressões da missão da Companhia de Jesus – jesuítas foi o objetivo da viagem realizada por integrantes do Grupo de Acompanhamento Vocacional Inaciano (GAVI), do Centro MAGIS Amazônia. Entre os dias 4 e 7 de setembro, três jovens e um adulto, sendo eles Pe. Silas Silva, SJ, Gustavo Almada e Gustavo Xavier ambos vocacionados à Companhia de Jesus e Giovanni Sampaio, Secretário Arquidiocesano da Pastoral da Juventude vindos de Manaus (AM), percorreram cidades de Roraima e estiveram também em Lethem, na Guiana, em uma experiência marcada pelo contato com pessoas, comunidades e obras da Companhia de Jesus.
A programação teve como principal destino Boa Vista (RR), onde o grupo visitou iniciativas como o Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados (SJMR), a Escola Fé e Alegria, a Casa de Caridade Papa Francisco e a sede da Diocese de Roraima. O roteiro incluiu ainda Rorainópolis, onde os participantes visitaram a comunidade das irmãs Salesianas e tiveram a alegria de conversar com a Irmã Ângela Falchetto sobre a Pastoral da Juventude, e em Bonfim, onde participaram de momentos de convivência e celebração.
Para Gustavo Xavier de Oliveira, 19 anos, de Manaus, a vivência foi significativa sobretudo pelos encontros realizados ao longo do percurso. “Essa viagem foi uma experiência muito marcante para nós, não apenas pela oportunidade de conhecer de perto as obras e a missão dos jesuítas, mas principalmente pelas pessoas e pelas diferentes realidades que encontramos ao longo do caminho”, relatou.
Encontros com diferentes frentes da missão
Em Boa Vista, o grupo esteve na comunidade dos jesuítas e teve contato com os padres David Romero, SJ, Pedro Evangelista,SJ, Edmo Flores, SJ e Paco Almenar, SJ. No SJMR, conheceram o trabalho desenvolvido junto a migrantes e refugiados e também visitaram o posto de triagem, buscando compreender mais de perto essa atuação.
A programação contemplou ainda a Casa de Passagem e a Escola Fé e Alegria. Segundo Gustavo, conhecer esses espaços permitiu observar o trabalho realizado com crianças e a atenção às realidades vivenciadas por elas nos abrigos. “Pudemos perceber de perto o trabalho realizado com as crianças, o cuidado em acolhê-las e integrá-las e a preocupação em considerar a realidade que vivem nos abrigos”, afirmou.
Em Bonfim, o grupo conheceu as Irmãs Raquel Santos, Regina Silva e Rosana de Meneses, que são da Consagração das Missionárias de Santa Teresinha e participou de momentos de convivência. No domingo os jovens participaram da missa na Comunidade São Sebastião e que foi presidida pelos padres Silas Moésio, SJ e Edmo Flores, SJ.
Vivência também contribui para o discernimento vocacional
Além das visitas às obras jesuítas, o roteiro incluiu Lethem, na Guiana, cidade localizada na fronteira com Bonfim-RR. Para Gustavo, a missão contribuiu para ampliar o olhar sobre a missão e sobre o próprio caminho vocacional.
“Mais do que conhecer lugares e obras, essa viagem nos permitiu encontrar pessoas, ouvir histórias e perceber diferentes formas de viver a missão. Foi uma experiência que certamente levaremos conosco em nossa caminhada, tanto na fé quanto no discernimento vocacional”, concluiu.
A experiência proporcionou aos integrantes do GAVI um contato mais próximo com diferentes frentes apostólicas da presença jesuítica na região amazônica, unindo conhecimento das obras, convivência comunitária e momentos de reflexão sobre a vocação e o serviço.











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