Encontro reuniu integrantes de pastorais ligadas às juventudes da Arquidiocese de Manaus para aprofundar a sinodalidade a partir da espiritualidade, da escuta e da convivência
Por Yasmin Martins, via Centro MAGIS Amazônia
A Comissão do Sínodo da Juventude reuniu-se no dia 15 de agosto para um retiro na Chácara dos Jesuítas, em Manaus/AM. O encontro contou com oito participantes, entre jovens, jovens adultos e adultos, com idades entre 25 e 50 anos, envolvidos em pastorais que desenvolvem trabalhos com as juventudes na Arquidiocese de Manaus.
O retiro nasceu de uma reflexão construída desde o início do processo sinodal. A proposta foi oferecer um tempo de espiritualidade e formação para aprofundar o significado de sínodo e da sinodalidade na Igreja, buscando compreender como esse caminho de escuta, participação e comunhão pode contribuir para a missão junto às juventudes.
Sínodo da Juventude em Manaus e a experiência da sinodalidade
A programação começou com um café da manhã partilhado, que abriu espaço para a acolhida e a convivência. Na sequência, o grupo participou de uma conversa formativa sobre o Sínodo, abordando o significado da sinodalidade e sua importância para a caminhada da Igreja.
Os participantes também viveram uma dinâmica de integração e reflexão. O período da manhã foi encerrado com a celebração da Santa Missa, após os momentos de formação e espiritualidade.
O almoço aconteceu de forma partilhada e contou com a colaboração de dois voluntários do MAGIS e de um voluntário ligado à juventude. A tarde foi reservada para convivência e lazer, permitindo ao grupo permanecer junto e fortalecer os vínculos construídos ao longo do processo. As atividades foram encerradas às 16h.
Escuta, presença e acompanhamento das juventudes
Para a coordenadora arquidiocesana da Pastoral Universitária e membro da Comissão do Sínodo da Juventude, Yasmin Martins, de 27 anos, o retiro também permitiu retomar a experiência vivida desde o começo do processo sinodal.
“O retiro foi um momento muito importante e especial, principalmente porque me fez retornar ao início do processo sinodal e perceber novamente que essa caminhada nos envolve em todos os aspectos, especialmente a partir dos nossos trabalhos pastorais. Com relação à juventude, compreendemos que esse caminhar junto exige ainda mais atenção, cuidado e paciência. A participação dos jovens é fundamental e precisa ser construída a partir da escuta, da presença e do acompanhamento, fortalecendo uma Igreja cada vez mais próxima e acolhedora”, partilhou Yasmin.
A experiência vivida pela Comissão colocou no centro do encontro a escuta e a participação, elementos que também atravessam o trabalho pastoral realizado com as juventudes. A presença de voluntários do MAGIS durante o retiro se somou a esse momento de convivência e reflexão sobre os caminhos de uma Igreja que busca caminhar com os jovens.

























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